quarta-feira, 30 de maio de 2018

Estudantes amapaenses participarão de semana de imersão na cultura dos Estados Unidos

Richard Lima, Izabela Picanço e Isabela Parente
Três estudantes da rede estadual de ensino do Amapá irão participar de uma semana de imersão na cultura dos Estados Unidos. Isabela da Silva Parente, Izabela Picanço Borges e Richard da Silva Lima embarcam no fim de junho para Brasília (DF), onde acontecerá a programação na Embaixada Americana.

Os três estudantes foram automaticamente selecionados para o programa English Immersion USA Program – EIP/2018 após se tornarem finalistas do programa Jovens Embaixadores 2018. A imersão na Casa Thomas Jefferson, da Embaixada dos Estados Unidos em Brasília acontecerá de 1º a 6 de julho.

Para conquistar a vaga, entre outros critérios, os jovens foram analisados pelo desempenho escolar, nível de domínio do inglês, boa relação com sua escola e comunidade. Características pessoais como capacidade de comunicação, liderança e proatividade também foram avaliadas. Além disso, o candidato tinha que ter realizado algum trabalho voluntário por, pelo menos, um ano e nunca ter viajado aos Estados Unidos.

Na época em que a Isabela Parente e o Richard Lima se inscreveram na seletiva, eles estavam concluindo o ensino médio nas escolas estaduais Augusto Antunes, no município de Santana, e Elias de Freitas Trajano de Souza, na cidade de Porto Grande, respectivamente. Hoje, Isabela cursa Sociologia na Universidade Federal do Amapá (Unifap) e Richard, Engenharia Civil.

“Estou ansiosa para participar da programação. Na atual situação em que estamos vivendo, de que cada vez o mercado de trabalho está mais exigente, cada diferencial pode se destacar. Acredito que pode ser um fator positivo essa experiência para meu futuro profissional”, avaliou Isabela Parente.

Richard aprendeu o idioma inglês na escola. Ao chegar em casa, ele corria para a frente do computador para assistir vídeos na internet, ler livros e ouvir músicas do idioma norte-americano. “Estou cursando Engenharia Civil e acredito que a imersão vai ser essencial para desenvolver minhas habilidades, já que inglês é extremamente necessário para a minha profissão”, pontuou o jovem.

Izabela Picanço, que é filha dos professores Taiguara Magnanai e Bethânia Picanço, moradores do bairro Pantanal, é a única dos selecionados que ainda cursa o ensino médio. Estudante da Escola Estadual Augusto dos Anjos, em Macapá, a jovem conta que aprender inglês foi determinante para definir qual curso superior seguir. “Bom, eu ainda estou em dúvida entre cursar Relações Internacionais ou Letras-Inglês. Acredito que o EIP irá me proporcionar novos conhecimentos, não somente sobre o idioma em si, mas sobre a cultura americana, e é algo que eu admiro muito”, comentou.

"Somos muito gratos ao nosso grandioso Deus nosso criador por nos dar sabedoria de conduzir a criação e educação de nossos filhos, e também a nossa filha de saber absolver nossas orientações como pai e mãe. Nos sentimos muito orgulhosos por esse momento ter chegado até nós" afirmou o pai de Izabela Picanço, professor Taiguara Magnani.

Para chegar à final, os jovens passaram por três fases de seleção, duas de proficiência na língua estrangeira e uma visita social. Cerca de 100 estudantes se inscreveram, 14 deles participaram das seletivas de prova escrita e oral de inglês. Os inscritos foram de escolas estaduais e do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Amapá (Ifap). Ao final desse processo, quatro estudantes foram selecionados e receberam a visita dos assessores pedagógicos de cada município em suas residências. Os dados colhidos foram enviados à embaixada responsável pela análise final e escolha. O acompanhamento do projeto no Amapá é realizado pelo Núcleo de Ensino Médio da Secretaria de Estado da Educação.

Jovens Embaixadores

O programa Jovens Embaixadores é uma iniciativa de responsabilidade social da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil, em parceria com organizações públicas e privadas. Entre os principais colaboradores estão o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed), a ampla rede de Centros Binacionais Brasil-Estados Unidos (BNCs), além de empresas que demonstram um claro comprometimento com a responsabilidade social corporativa: FedEx, MSD, Microsoft, IBM, Banco Bradesco e Boeing.

Texto adaptado do portal do Goveno do Amapá.

Fonte: https://www.portal.ap.gov.br/noticia/2905/estudantes-amapaenses-vao-participar-de-semana-de-imersao-na-cultura-dos-estados-unidos

sábado, 5 de maio de 2018

05 de maio - Dia Nacional do Líder Comunitário

O Dia Nacional do Líder Comunitário é celebrado anualmente em 5 de maio.

Esta data visa homenagear o indivíduo responsável por ser o “porta-voz do povo”, uma figura de grande importância no âmbito popular, pois ajuda a representar as preocupações e vontades da população perante os poderes do Estado (Executivo, Legislativo e Judiciário).

Para que o líder comunitário desenvolva o seu trabalho corretamente, este deve estar a par das necessidades reais da comunidade que representa, ouvindo a todos de modo igualitário e sem preconceitos.

O líder comunitário também deve seguir os preceitos básicos dos direitos humanos e da Constituição Federal que rege a sua localidade.

data foi instituída a partir do decreto de lei nº 11.287, de 27 de março de 2006, que decreta oficialmente o 5 de maio como Dia Nacional do Líder Comunitário.

Homenagem ao Líder Comunitário

Você representa a voz de toda uma comunidade! Obrigado por compreender e ouvir o que o povo tem a dizer! Feliz Dia do Líder Comunitário!

A responsabilidade de agir como um verdadeiro líder é um dom digno para poucos! Você é um exemplo para todos! Obrigado pelo seu trabalho!

Você tem feito muito pela nossa comunidade. Nós só temos a agradecer pelo seu esforço, empenho e dedicação! Continue mostrando sempre o seu valor, a sua ética e moral! Parabéns!

Fonte: https://www.calendarr.com/brasil/dia-nacional-do-lider-comunitario/

segunda-feira, 12 de março de 2018

Moradores reclamam do abandono da Rua Benedito Rodrigues Ferreira, no bairro Pantanal

Trecho praticamente intrafegável 
Há muito tempo os moradores da Rua Benedito Rodrigues Ferreira, no bairro Pantanal, vêm enfrentando as consequências de uma via com sérios problemas estruturais. Poeira no verão, mato alto, lama e inundações no período invernoso são apenas algumas das inúmeras deficiências ao longo de todo logradouro.

Clarice Mira - comunidade sofre pela falta de estrutura
De acordo com Clarice Mira, que reside há mais de dez anos no bairro, a rua se torna praticamente intrafegável durante o inverno, quando as águas da chuva inundam determinados trechos da via, invadindo inclusive casas e ocasionando um enorme transtorno para quem mora na região. Segundo ela, até existia uma tubulação que auxiliava na drenagem das águas pluviais, mas foi obstruída pela terra que desce junto com a água.

Como se não bastasse tanto sofrimento, os moradores do logradouro se utilizam da água de poços amazonas cavados num terreno de área institucional para os afazeres domésticos, mas que uma drenagem improvisada feita nos fundos da Escola de Gestão Compartilhada Risalva Freitas do Amaral estaria comprometendo a qualidade da água desses poços, uma vez que os resíduos que descem da referida drenagem estaria invadindo os poços.

Orifício improvisado para escoar águas pluviais  
Nosso blog foi muito bem recepcionado pela diretora da escola, Ten./BM Greyce Caroline, que reconheceu os problemas estruturais da escola, que foram herdados desde a inauguração daquele equipamento social, em 2014 (grifo nosso). A oficial informou ainda que o propósito do Corpo de Bombeiros Militar do Amapá vai muito além de ensinar os princípios e normas disciplinares da instituição, mas também contribuir para o desenvolvimento intelectual do aluno, além de aproximar a instituição da comunidade por meio de ações sociais em andamento, além de outras que estão sendo planejadas.

Visão externa da drenagem improvisada
Quanto à reclamação da comunidade no tocante à drenagem na parte posterior da escola, a diretora informou conhecer o problema, e que já recebeu a escola com aquela estrutura paliativa para evitar que as águas da chuva inundassem o pátio e os arredores da quadra poliesportiva, mas que tomou providências no sentido de levar ao conhecimento da Secretaria de Estado da Educação, por meio de um levantamento técnico elaborado por engenheiros e arquitetos da Coordenação de Programas e Projetos do Corpo de Bombeiros Militar, a fim de auxiliar a secretaria competente na solução do problema.

Enquanto isso, a comunidade aguarda providências da prefeitura municipal de Macapá para resolver as deficiências na infraestrutura básica da Rua Benedito Rodrigues Ferreira, garantindo assim o direito constitucional de ir e vir, além de proporcionar mais dignidade para quem mora no local, ao mesmo tempo em que pede agilidade da SEED na solução de um problema que atinge tanto quem vive dentro quanto fora dos muros da escola.